Fundação Sanepar e Unidas realizam evento híbrido

Fundação Sanepar e Unidas realizam evento híbrido

Fundação Sanepar e Unidas realizam evento híbrido

Com os temas “Os desafios das autogestões e a importância atuarial na gestão de riscos”, o evento híbrido realizado pela Fundação Sanepar em parceria com a Unidas em 27 de julho foi um sucesso.

O evento aconteceu na Fundação Sanepar em Curitiba e contou com a presença de 61 pessoas presenciais, além de 60 participantes online.

Cláudia Trindade, Diretora-Presidente da Fundação iniciou dando boas-vindas e destacando a importância do retorno dos eventos presenciais neste momento de considerável melhora da pandemia da Covid-19.

Na sequência, Anderson Mendes, Presidente da Unidas, iniciou a apresentação, contando sua trajetória profissional, a qual iniciou na área de TI e posteriormente passou a gerenciar planos de saúde em diversos estados.

Anderson falou da importância das autogestões encontrarem o equilíbrio para gerenciar, pensando sempre no beneficiário, mas também nos custos do plano de saúde, lembrando sempre que não visam lucros e analisar “o que queremos e o que podemos”.

Para Anderson, “O nosso principal desafio é a sustentabilidade! É exatamente a gente ter essa busca do equilíbrio entre ser sustentável com as arrecadações que a gente pode ter, consegue receber, dar assistência que a gente precisa dar aos beneficiários, sem que isso cause um desequilíbrio e a gente não consiga fazer essa equação. Então, a melhor eficiência na contratação de serviço, a melhor eficiência na gestão populacional, investir muito em progressão, promoção, na atenção primaria, para que a gente possa ter uma população cada vez mais saudável, cada vez utilizando menos o serviço de saúde para ajudar nesse equilíbrio que a gente precisa ter da sustentabilidade”.

A importância do atuário na gestão de riscos foi apresentada por Ellen Radomski e Sandra Regina.

Ellen e Sandra apresentaram simulador do capital regulatório, que indica quanto a operadora precisa ter de capital para ter suas operações em equilíbrio. A operadora necessita registrar no balancete, na conta de patrimônio líquido ajustado, valor igual ou superior ao calculado pelo capital regulatório.

Elas falaram sobre o papel do Atuário, como, estudar o impacto de novas coberturas, estudos de reajustes, desenvolvimento da precificação dos produtos e elaboração de metodologias. Também destacaram os desafios do Atuário, como, base de dados consistentes, risco atuarial, dentre outros.

Confira abaixo as fotos do evento:

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