É um novo investimento do governo que funciona como uma “poupança moderna”, só que rende um pouco mais que a comum e é mais prática. Mas será que é mais vantajosa que investir em um plano de previdência complementar, como a Fusan? Certamente não, mas antes vamos falar como funciona esse tipo de poupança lançada pelo governo.
Como funciona o tesouro reserva: pode colocar e tirar o dinheiro a hora que quiser, a única exceção é entre a meia-noite e às 1h da manhã, que é quando o sistema faz uma pausa rápida.
Tem custos ou impostos? Sim, tem algumas regrinhas importantes:
- Imposto de Renda: É descontado automaticamente só sobre o lucro na hora de sacar o dinheiro. Quanto mais tempo o dinheiro ficar guardado, menor é a taxa cobrada.
- IOF: Se o saque for feito antes de completar 30 dias, tem a cobrança desse imposto (e ele é bem alto nos primeiros dias).
- Taxas: Quem investe até 10 mil reais não paga nenhuma taxa de manutenção (cobrada pela B3, a bolsa de valores). Acima disso, é cobrada uma taxa sobre o valor que passar desse limite.
É seguro? Sim, como é um título do próprio governo federal, o risco de levar um calote é praticamente zero.
Como faz para investir? Neste primeiro momento, o investimento é feito direto pelo aplicativo de celular, mas só está disponível no Banco do Brasil (precisa ter conta lá).
Quanto rende? O rendimento acompanha 100% da taxa Selic (que é a taxa básica de juros do Brasil). Na prática, isso significa que vai render mais do que a poupança tradicional.
Rendimento dos planos da Fusan x Tesouro Reserva
E se compararmos com os nossos planos, será que vale a pena?
Rentabilidade: potencial muito diferente no longo prazo

O Tesouro Reserva entrega exatamente a Selic — nem mais, nem menos. O Viva Mais, por alocar em ativos com maior potencial de retorno (renda variável, multimercados, crédito estruturado e alternativos), tem condições de superar a Selic no longo prazo — que é justamente o horizonte de uma previdência.
O cenário de juros favorece o Viva Mais Previdência
A Selic apresenta tendência de queda no horizonte à frente, e esse movimento tem efeitos opostos sobre os dois produtos:
Tesouro Reserva – prejudicado: sendo 100% atrelado à Selic, quando ela cai, o rendimento cai na mesma proporção, automaticamente.
Plano Viva Mais – beneficiado: ativos de risco se valorizam com a queda dos juros:
- Ações: empresas se financiam mais barato, lucros crescem, bolsa sobe
- Títulos prefixados e IPCA+: se valorizam no mercado quando os juros recuam
- Multimercados: ganham espaço com a realocação da economia
Num cenário de Selic consistentemente mais baixa, quem está no Tesouro Reserva verá o rendimento diminuir mês a mês. O Viva Mais estará posicionado para capturar justamente esse movimento.
Benefícios Fiscais: vantagem expressiva do Viva Mais

Quem se planeja bem pode usufruir dos rendimentos do Viva Mais praticamente sem pagar imposto — algo que o Tesouro Reserva não permite, independentemente do valor ou do tempo de aplicação.
O Tesouro Reserva é uma boa ferramenta para reserva de emergência ou objetivos de curtíssimo prazo, não foi desenhado para competir com previdência.
O Viva Mais Previdência da Fusan leva vantagem em três frentes simultâneas:
- Rentabilidade: busca superar a Selic no longo prazo, com uma carteira diversificada em ativos de risco.
- Cenário macroeconômico: a tendência de queda da Selic prejudica o Tesouro Reserva e beneficia os ativos de risco do Viva Mais.
- Benefícios fiscais: isenção de IR nas retiradas, dedução nas contribuições, transmissão direta aos herdeiros sem inventário e liberdade na escolha dos beneficiários, vantagens que o Tesouro Reserva não oferece.
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