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Faça as perguntas certas e prefira ser feliz a ter sempre razão

Faça as perguntas certas e prefira ser feliz a ter sempre razão

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Faça as perguntas certas e prefira ser feliz a ter sempre razão

Por hábito, nos sentimos muito mais importantes quando sabemos a resposta para uma pergunta. Logo, saber a reposta para muitas perguntas costuma ser sinônimo de ser uma pessoa muito inteligente, “antenada”. Pode ser.

Gente informada faz bem e agrega valor, mas nem sempre têm opiniões capazes de realmente propor as reflexões mais relevantes.

Por influência de pai professor e mãe advogada, duas profissões para as quais a resposta certa nem sempre é a melhor, cresci acreditando em outra filosofia de vida. Para mim, aprende mais quem pergunta.

Em outras palavras, prefiro ser feliz a ter sempre razão. Acho que li isso em algum lugar, mas não me lembro onde. Perguntar, questionar e refletir diante das decisões (tomadas ou não) me é mais útil.

Você provavelmente questiona e discute muito do seu cotidiano com sua família e amigos. Onde passou as férias? Gosta de música? O que tem lido? Em quem vai votar?

Perguntar demais ou ter resposta para tudo?

Certo, mas em se tratando de finanças pessoais, você é dos que gosta mais de perguntar ou de responder? Antes de tentar se lembrar da última vez em que o assunto foi abordado, responda rápido: quando o assunto é dinheiro, você faz as perguntas certas?

“Por que eu ganho tão pouco?” talvez seja a questão mais recorrente nos lares e ambientes de trabalho. A pergunta é pesada e tem um tom negativo, depreciativo. Que reflexões e atitudes ela nos incentiva a tomar?

Discutir com o chefe, reclamar da empresa para os amigos e endividar-se para consumir são consequências frequentes de não fazer as perguntas certas para si mesmo. Pensamentos tristes e um choque amargo de realidade são resultados comuns para a pergunta errada “Por que eu ganho tão pouco?”. Tal pergunta não nos faz sonhar.

Mude o enfoque. Experimente algo como “Como me organizar e ter qualidade de vida com o que ganho?” e também “Como aumentar minha renda para garantir um futuro melhor?”.

As associações vindas destas questões são mais alegres, têm mais significado prático e possibilitam a criação de um plano de ação; é nitidamente mais fácil partir destas perguntas e agir para mudar a realidade e ter uma vida melhor.

A mudança na reação é clara. Faça o exercício: responda às questões propostas nos parágrafos anteriores. Vamos lá:

Como me organizar e ter qualidade de vida com o que ganho? Começando agora mesmo a controlar seu dinheiro; listando todas as dívidas para futura renegociação; anotando receitas e despesas; passando mais tempo com sua família; investindo parte do seu capital em atividades que estejam mais alinhadas com o seu propósito de vida. Que tal?

Como aumentar minha renda para garantir um futuro melhor? Quem sabe aprendendo inglês e espanhol, avaliando a possibilidade de realizar um MBA, abrindo um negócio próprio.

Perguntar não ofende…

As perguntas certas fazem você se mexer, deixando de lado o “mimimi”. Eu poderia comentar pelo menos uma dezena de perguntas sobre finanças visivelmente fora de escopo. “Por que será que nunca dou a sorte de ser sorteado no título de capitalização em que investi no banco?” é clássica.

Quem disse que título de capitalização é investimento? Você sabe como o produto funciona? A pergunta certa deveria ser “Quais as alternativas de investimento disponíveis para pouco dinheiro? Como posso conhecê-las?”.

Aceite que você não é uma vítima de sua realidade financeira. Pelo contrário, é o grande responsável por ela. Isso faz muita diferença.

É comum notar famílias tratando o dinheiro como um tabu, sem se dar conta deste comportamento perigoso. Isso acontece porque, mesmo inconscientemente é natural associar o dinheiro a pensamentos negativos e perguntas erradas.

Fica a impressão de que sonhar é um pecado quando o presente tem cheiro de milagre. Em lares assim, logo o dinheiro se torna sinônimo de problema.

Assumir uma postura adulta em relação ao tema e dar exemplo costumam ser atitudes que facilitam a abordagem familiar.

Falar de dinheiro de forma natural, abrindo o jogo das finanças da família e trabalhando o compromisso de todos com as metas e objetivos naturalmente eleva a qualidade das reflexões, trazendo à tona as perguntas certas.

(Fonte: Dinheirama)

Comente,

até breve…muito breve! /*–*/

 

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