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4 hábitos financeiros para se organizar

4 hábitos financeiros para se organizar

4 hábitos financeiros para se organizar

A planejadora financeira Cássia Brosque, elencou quatro hábitos financeiros possíveis para serem colocados em prática e ajudar você a construir uma relação mais saudável com o dinheiro.

1. Entenda quanto você realmente ganha

Brosque lembra, primeiramente, que as pessoas têm uma tendência a gastar contando com o valor bruto do salário, aquele que aparece na carteira de trabalho, como se essa fosse a quantia que está disponível todo mês. “É importante fazer a conta sempre pela receita líquida, ou seja, descontando todos os impostos, as contribuições às previdências, o plano de saúde, as coparticipações e afins. Você verá que o número será bem diferente”. É sobre esse valor final (que pode ser diferente em cada mês) que o seu controle financeiro deve ser feito.

2. Pague-se primeiro

Sabe quando você percebe que pagou todas as contas e não sobrou nada para investir? A especialista faz um convite para pensar e agir diferente: assim que o salário entrar na conta, já separe um valor e invista, para a realização de um plano específico ou para o futuro. Igual a uma conta fixa da casa, como energia ou internet, que é preciso pagar mensalmente. “A dica aqui é começar aos poucos e continuar aumentando a cada mês para você ir se acostumando com esse ‘boleto para si mesmo’”, orienta. Ao fazer isso de forma sistemática, segundo a especialista, você consegue arcar com o custo de vida mensal, mas sem abrir mão dos seus planos, seja criar uma reserva financeira para emergências, comprar algo, fazer uma viagem ou um curso. “E ainda tem a satisfação de fazer algo por si!”, salienta.

3. Faça uma faxina financeira frequentemente

Pequenos gastos fixos desnecessários vão corroendo a sua renda mensal sem que você perceba. Por isso, Cássia Brosque recomenda adotar o hábito de fazer uma faxina nas contas periodicamente. Um bom começo é conferir a fatura do cartão de crédito e o extrato bancário. “Cheque se tudo o que está ali é realmente necessário, se tem uso, se você aproveita. Atente-se, especialmente, aos serviços pagos mensalmente. Está assistindo a todos os streamings que assina? Usa tanto assim o aplicativo de entrega? E o clube, está indo com a frequência que vale o valor ali descrito?”, ensina a planejadora financeira. Ela sugere ainda, nos gastos inevitáveis, tentar negociar os contratos com os fornecedores para conseguir preços melhores, como prestadores de serviços de internet e telefone.

4. Simplifique ao máximo sua vida financeira

Por fim, a especialista aconselha deixar a rotina financeira mais simples, o que torna a relação com o dinheiro mais prática e a gestão dos gastos mais clara. Para isso, ela sugere, por exemplo, avaliar a real necessidade de ter mais do que uma conta em banco ou vários cartões de crédito. “Além da economia em tarifas, você não se sente sobrecarregado em tempo e energia fazendo transferências de uma conta para outra ou gerenciando quanto gastou em cada cartão”, diz Brosque. “Se possível, para facilitar ainda mais, coloque suas contas recorrentes mensais – depois da faxina, é claro – em débito automático e evite também o pagamento de juros por esquecimento”, finaliza.

(Fonte: Exame)

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