Ansiedade: o ato de pré-ocupar a mente

Ansiedade: o ato de pré-ocupar a mente

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Ansiedade: o ato de pré-ocupar a mente

A ansiedade é o ato de antecipar inquietações, infortúnios ou adversidades que ainda não aconteceram. É já viver ou se projetar para um momento que ainda não aconteceu, que está no futuro, criando vários cenários. É pré-ocupar a mente com supostas hipóteses que muitas vezes geram medo e inquietação em vez de deixar que a vida flua naturalmente, vivendo o agora. É viver num futuro imaginário, irreal.

Quando fica patológico

É aí está a questão: é preciso controlar a mente. É preciso despertar para cada ação um novo estado de consciência. Mesmo nas coisas corriqueiras como tomar banho ou lavar uma louça, não se pode fazer de forma mecânica, sem trazer a atenção para cada ação. A mente não pode estar em outro lugar diferente de onde está o corpo. E quanto mais isso acontece, mais o quadro se torna patológico – o que chamamos de transtorno de ansiedade.

Os excessos de estímulos

Mesmo antes da pandemia, os excessos de estímulos da vida moderna já contribuíam para o transtorno de ansiedade. Fazer várias atividades ao mesmo tempo – conversar com o outro e estar no celular também, comer e assistir à televisão – é exemplo de atitude que corrobora para aumentar a ansiedade. Quem não se habitua a ter foco e atenção em cada ação, como irá aprender a desligar essa mente tão estimulada? Um pouco de ansiedade é normal, faz parte da fisiologia do ser o humano, como o medo e o estresse. Todas são emoções de proteção, são reações instintivas e de sobrevivência. Mas é preciso reconhecer quando a ansiedade já pode ser considerada patológica.

Ajudando a mente a relaxar

Nos casos patológicos, muitas vezes é necessário fazer intervenção, ainda que apenas primária, com medicação – os conhecidos ansiolíticos. Mas, nos casos menos graves, medidas como a prática do yoga, massagens e meditação são recomendadas. Não por acaso muitas pessoas estão adotando essas práticas mais alternativas que ajudam a mente a relaxar e a estar mais em cada momento. Como costuma dizer a Monja Coen: “A vida está onde nós estamos. E onde estamos é o melhor lugar do mundo. A vida não está antes da pandemia e nem no final da pandemia. Ela está no agora”.

(Fonte: Metro)

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